Desemprego — PNAD Contínua · publicado em 28/07/2026 às 04:09
Desemprego volta a 5,6% em maio após pico de 6,1% em março
Desemprego volta a 5,6% em maio após pico de 6,1% em março
A taxa de desocupação medida pela PNAD Contínua ficou em 5,6% em maio de 2026, ante 5,8% em abril e 6,1% em março. O mercado de trabalho recuperou boa parte do terreno perdido no primeiro trimestre, mas segue acima da mínima da série recente, os 5,1% de dezembro de 2025.
A taxa de desocupação medida pela PNAD Contínua ficou em 5,6% em maio de 2026, ante 5,8% em abril e 6,1% em março. O mercado de trabalho recuperou boa parte do terreno perdido no primeiro trimestre, mas segue acima da mínima da série recente, os 5,1% de dezembro de 2025.
O desenho do ano é claro: alta de dezembro a março, queda desde então. Parte dessa curva é sazonal, com o desmonte das contratações de fim de ano, e por isso comparar maio com maio do ano anterior, quando a taxa era de 6,2%, é mais informativo do que olhar mês contra mês.
Chegando a patamares tão baixos, vale distinguir os tipos de desemprego. O friccional é o de quem está entre um emprego e outro, um intervalo natural em qualquer economia que funcione. O estrutural vem do descasamento entre as qualificações de quem procura e as vagas que existem. Só o cíclico responde ao ritmo da atividade. Como friccional e estrutural nunca zeram, existe um piso abaixo do qual a taxa não cai sem gerar pressão de salários e preços.