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Análises curtas dos indicadores econômicos brasileiros, um indicador por vez, a cada divulgação.
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Dólar fecha novembro a R$ 5,49, maior valor da janela recente
O Banco Central divulgou hoje a taxa de câmbio média de novembro de 2026: o dólar americano (USD) encerrou o mês cotado a R$ 5,4935, alta de R$ 0,0723 em relação a outubro de 2026 (R$ 5,4212). É o valor mais alto registrado na janela dos últimos 12 meses disponível, que tem como piso R$ 4,9886 em abril de 2026 e como teto anterior R$ 5,5024 em dezembro de 2025.
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AtividadeProdução industrial recua 1,2% em agosto de 2026 na comparação anualA produção industrial brasileira registrou queda de -1,2% em agosto de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE. O resultado representa uma piora em relação a julho de 2026, quando a variação havia sido de -0,5%, indicando um recuo adicional de 0,7 ponto percentual na margem. É o segundo período consecutivo com variação negativa na janela analisada. AtividadeComércio cresce 0,4% em agosto, mas ritmo desacelera na margemO volume de vendas do comércio varejista brasileiro registrou alta de 0,4% em agosto de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação ao 1,3% registrado em julho, uma variação de -0,9 ponto percentual na margem. Ainda assim, o varejo segue em território positivo, acumulando 17 meses consecutivos com crescimento anual acima de zero. InflaçãoTarifa residencial de energia chega a R$ 0,8437/kWh em outubro de 2026A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgou hoje a tarifa residencial média de energia elétrica para outubro de 2026: R$ 0,8437 por quilowatt-hora (kWh), valor idêntico ao registrado em setembro de 2026, indicando estabilidade na margem. Ao longo da janela de 12 meses disponível, a tarifa saiu de R$ 0,7909/kWh em outubro de 2025 e atingiu o patamar atual, com elevações concentradas em momentos específicos do período. AtividadeServiços crescem 0,6% em agosto de 2026, ritmo mais lento que julhoO setor de serviços brasileiro registrou crescimento de 0,6% em agosto de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) do IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação ao 0,9% registrado em julho, uma variação de -0,3 ponto percentual na margem. Ainda assim, o setor segue em território positivo, acumulando 29 períodos consecutivos com crescimento acima de zero. Trabalho e rendaDesemprego fica em 5,3% pelo segundo mês seguido em agosto de 2026A taxa de desemprego no Brasil, medida pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) do IBGE, ficou em 5,3% em agosto de 2026, repetindo o resultado de julho e mantendo estabilidade na margem. Dentro da janela dos últimos 12 meses, a taxa oscilou entre o mínimo de 5,1% em dezembro de 2025 e o máximo de 6,1% em março de 2026, sugerindo um ciclo de elevação no início do ano seguido de recuo gradual. Setor externoDólar recua a R$ 5,06 em outubro e se afasta da máxima do anoO dólar (USD/BRL) encerrou outubro de 2026 cotado a R$ 5,0564, recuo de R$ 0,12 em relação aos R$ 5,1809 registrados em setembro. O movimento afasta a moeda americana da máxima observada na janela de 12 meses, que foi de R$ 5,5024 em dezembro de 2025, e a aproxima da mínima do período, de R$ 4,9886 em abril de 2026. AtividadeProdutividade do trabalho recua em fevereiro e marca mínima da janelaO índice de PIB por ocupado, medida de produtividade do trabalho no Brasil, registrou 105,05 em fevereiro de 2026, queda de 0,60 ponto em relação a janeiro (105,65), o valor mais alto da janela disponível. O recuo coloca fevereiro como o ponto mais baixo dos dois meses observados, embora a série cubra apenas essa janela e não permita afirmações sobre períodos mais longos. InflaçãoExpectativa de inflação cai para 4,48% e se afasta da máxima recenteA mediana das expectativas de inflação para os próximos 12 meses, coletada pelo boletim Focus do Banco Central, recuou para 4,48% na última leitura disponível de outubro de 2026, vindo de 4,52% no ponto anterior. O movimento sugere uma acomodação após o pico de 4,65% registrado em setembro, embora as expectativas ainda se mantenham bem acima do mínimo de 3,94% observado em maio, dentro da janela analisada. AtividadeIBC-Br sobe em agosto e aponta recuperação após dois meses de quedaO IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), termômetro mensal da economia brasileira, registrou 110,4062 em agosto de 2026, alta de 0,37 ponto em relação a julho (110,0319). O resultado sugere uma retomada do ritmo de crescimento após dois meses de recuo consecutivo, em junho e julho, que haviam interrompido a trajetória ascendente observada no início do ano. Juros e créditoJuro real do Tesouro recua a 6,81% a.a. em outubro de 2026O juro real implícito nos títulos do Tesouro Direto registrou 6,81% ao ano em outubro de 2026, queda de 0,55 ponto percentual em relação aos 7,36% a.a. de setembro. O recuo interrompe uma trajetória de alta que havia levado a taxa ao pico de 8,06% a.a. em julho de 2026, dentro da janela analisada, e sinaliza algum alívio nas condições financeiras de longo prazo. Juros e créditoSpread bancário sobe a 21,16 p.p. em agosto de 2026O spread bancário médio das operações de crédito no Brasil chegou a 21,16 pontos percentuais (p.p.) em agosto de 2026, alta de 0,31 p.p. em relação a julho (20,85 p.p.), segundo dados do Banco Central do Brasil. O indicador acumula trajetória de elevação desde o início do ano, sugerindo que o custo do crédito para famílias e empresas segue pressionado. Contas públicasDívida pública chega a 82,87% do PIB em agosto de 2026A dívida bruta do governo geral atingiu 82,87% do PIB em agosto de 2026, ante 82,55% do PIB em julho, uma alta de 0,32 ponto percentual na margem. Dentro da janela de 12 meses disponível, o indicador saiu de 78,29% do PIB em outubro de 2025 e acumula trajetória de alta ao longo de todo o período observado, atingindo o patamar mais elevado da série neste último dado.