Pilares ·
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Uma das cinco perguntas do painel de pilares.
O que este painel acompanha?
A saúde fiscal do governo: a dívida bruta como proporção do PIB e o resultado primário (receitas menos despesas, antes dos juros). São os números que definem a confiança na sustentabilidade das contas.
Dívida subindo sem horizonte de estabilização pressiona juros e câmbio — o mercado cobra mais para financiar o governo, e isso contamina toda a economia.
Dívida bruta e líquida não são a mesma conta e nem sempre andam juntas: a líquida desconta os ativos do setor público, sobretudo as reservas internacionais, e por isso reage ao câmbio ao contrário da bruta — dólar em alta valoriza as reservas em reais e derruba a dívida líquida enquanto a bruta segue onde estava.
Nota técnica: SGS 13762 (DBGG % PIB), 4513 (dívida líquida), 5793 (resultado primário % PIB, sinal positivo = superávit) e 5727 (resultado nominal, que inclui a conta de juros); desde out/2026 também 5760 (juros nominais 12m), 5364 (primário mensal), 4536 (dívida líquida do governo geral), 13761 (DBGG em R$), 4177/4178 (dívida mobiliária indexada à Selic e prefixada) e 5068/5002 (primário e nominal do governo central em R$). Séries mensais do Banco Central, apuradas abaixo da linha. Os gráficos mostram por padrão os últimos 5 anos, e o seletor de histórico abre a janela até o alcance da série no banco — a dívida bruta começa em dezembro de 2006, primeira competência da metodologia vigente, e as demais entre 2001 e 2002.