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Analfabetismo — Pessoas com 15 Anos ou Mais · publicado em 11/08/2026 às 15:00

Analfabetismo no Brasil cai a 4,9% entre adultos com 15 anos ou mais

📊 Observatório BR11 de agosto de 2026

Analfabetismo no Brasil cai a 4,9% entre adultos com 15 anos ou mais

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O Brasil registrou taxa de analfabetismo de 4,9% entre pessoas com 15 anos ou mais no período de referência mais recente disponível (dezembro de 2025), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), compilados pelo Ipeadata. O número representa a parcela da população adulta que não sabe ler nem escrever um bilhete simples, e sua trajetória de queda ao longo das últimas décadas é um dos avanços sociais mais consistentes do país.

O Brasil registrou taxa de analfabetismo de 4,9% entre pessoas com 15 anos ou mais no período de referência mais recente disponível (dezembro de 2025), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), compilados pelo Ipeadata. O número representa a parcela da população adulta que não sabe ler nem escrever um bilhete simples, e sua trajetória de queda ao longo das últimas décadas é um dos avanços sociais mais consistentes do país.

Ainda que o indicador venha recuando historicamente, quase 5 em cada 100 brasileiros adultos permanecem sem acesso pleno à leitura e à escrita, o que impõe barreiras concretas à participação no mercado de trabalho formal, à compreensão de contratos e boletos, e ao exercício pleno da cidadania. A concentração do analfabetismo tende a ser maior entre populações mais velhas, em regiões com menor cobertura educacional histórica e entre grupos de menor renda, embora a desagregação por perfil não esteja disponível nos dados fornecidos.

Este indicador conecta-se diretamente ao conceito de subutilização da força de trabalho: pessoas sem alfabetização plena frequentemente ficam restritas a ocupações de menor produtividade e remuneração, ou são excluídas do mercado formal por completo. Subutilização não é apenas desemprego aberto; inclui também quem trabalha aquém do seu potencial por falta de qualificação. Reduzir o analfabetismo, portanto, não é só uma meta social: tende a ampliar a oferta de trabalho qualificado e a elevar a massa salarial da economia no longo prazo.