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Publicações e análises.
Entenda os movimentos da economia brasileira por meio de dados, explicações e análises.
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Produtividade recua em julho após pico de março; índice segue acima de 101
A produtividade do trabalho no Brasil, medida pelo produto gerado por ocupado, recuou de 102,1 em junho para 101,6 em julho de 2026, uma queda de 0,50 ponto na margem. O índice permanece, contudo, acima do piso observado na janela analisada (101,3 em outubro de 2025), e segue positivo pelo menos ao longo de todos os doze meses disponíveis. O pico da série foi registrado em março de 2026 (103,6), e desde então o indicador acumula quatro meses de recuo gradual.
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Dólar recua a R$ 4,99 em outubro e toca mínima da janela de 12 meses
O dólar americano encerrou outubro de 2026 cotado a R$ 4,9892, recuo de R$ 0,19 em relação aos R$ 5,1809 registrados em setembro. O valor está muito próximo do piso observado na janela de 12 meses, que foi de R$ 4,9886 em abril de 2026, e bem abaixo do teto de R$ 5,5024 atingido em dezembro de 2025. A trajetória sugere uma apreciação gradual do real ao longo do ano, embora com oscilações relevantes ao longo do caminho.
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Preço de imóveis residenciais sobe pelo 10º mês seguido e atinge 790 pontos
O IVG-R (Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados), calculado pelo Banco Central do Brasil, registrou 790,08 pontos em julho de 2026, ante 786,62 em junho, uma alta de 3,46 pontos na margem. O índice acumula trajetória de alta ao longo de toda a janela observada, saindo de 759,75 em outubro de 2025 até o patamar atual, o maior da série disponível.
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IPCA de setembro sai hoje: inflação volta ao positivo com alta de 0,82%
O IBGE divulgou hoje o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de setembro de 2026: a inflação mensal ficou em +0,82%, revertendo a deflação de -0,32% registrada em agosto. A variação entre os dois meses foi de +1,14 ponto percentual, o que representa uma aceleração expressiva na margem e coloca o indicador de volta ao campo positivo.
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Reservas internacionais recuam US$ 9,8 bi em setembro e fecham em US$ 362,8 bi
As reservas internacionais do Brasil encerraram setembro de 2026 em US$ 362,8 bilhões, queda de US$ 9,8 bilhões em relação a agosto, quando haviam atingido US$ 372,6 bilhões, o maior valor da janela de 12 meses analisada. Apesar do recuo na margem, o estoque permanece em patamar elevado e acima de zero por pelo menos todos os 12 meses da série disponível.
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Despesas federais acumuladas chegam a R$ 2,07 trilhões em agosto de 2026
O total acumulado de despesas primárias da União atingiu R$ 2,07 trilhões em agosto de 2026, segundo dados do SICONFI. Em relação ao bimestre anterior, o acumulado cresceu R$ 512,9 bilhões, reflexo natural da incorporação de dois meses adicionais de gastos ao longo do ano. O pico da janela analisada foi registrado em dezembro de 2025, quando o acumulado chegou a R$ 2,85 trilhões, valor que representa o fechamento do exercício fiscal daquele ano.
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Emprego formal cria 165 mil vagas em agosto e mantém sequência positiva
O mercado de trabalho formal brasileiro registrou saldo positivo de 165.827 vagas em agosto de 2026, segundo o Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O resultado representa uma aceleração expressiva em relação a julho, quando o saldo havia sido de 58.568 vagas, diferença de +107.259 postos na margem. Agosto marca o oitavo mês consecutivo com saldo positivo na janela analisada, indicando que as admissões seguiram superando os desligamentos.
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Boletim Semanal · 05 de outubro de 2026
O mercado formal de trabalho voltou a acelerar em agosto de 2026: o saldo do Novo CAGED foi de 165.827 vagas líquidas, quase o triplo das 58.568 de julho e o maior resultado desde março. A geração de empregos ocorre com a taxa de desemprego (PNAD Contínua) estável em 5,3% e o rendimento médio real em alta, para R$ 3.660, o que mantém o mercado de trabalho como principal sustentáculo da demanda doméstica. O contraponto está na oferta e no crédito: a indústria aprofundou a queda para -1,2% na comparação anual, o spread bancário voltou a subir e, lá fora, o Federal Reserve elevou os juros em setembro.
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Focus hoje: expectativa de inflação sobe a 4,65% para os próximos 12 meses
O Banco Central divulgou hoje, 5 de outubro de 2026, o Boletim Focus com a mediana das expectativas de inflação para os próximos 12 meses: 4,65% (referência 202610), alta de 0,06 ponto percentual em relação à leitura anterior, de 4,59%, ambas dentro do mês de outubro. Ao longo da janela disponível, as expectativas saíram de 4,10% em julho de 2026 e atingiram a máxima de 4,76% em setembro de 2026, sugerindo uma trajetória de alta ao longo do período observado.
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Balança comercial sobe a US$ 1,4 bi em agosto de 2026
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1.371,1 milhões em agosto de 2026, recuperação expressiva em relação ao resultado de US$ 161,9 milhões de julho. O saldo positivo indica que o Brasil exportou mais do que importou no período, mantendo o resultado acima de zero pelo sexto mês consecutivo.
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Comprometimento de renda das famílias sobe a 28,72% em julho de 2026
Em julho de 2026, as famílias brasileiras destinaram 28,72% da renda ao pagamento do serviço da dívida, parcelas e juros incluídos, alta de 0,06 ponto percentual em relação a junho (28,66%). O indicador, calculado pelo Banco Central do Brasil (BCB), mostra que quase três em cada dez reais da renda familiar já estão comprometidos antes de qualquer outra despesa.
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Dólar sobe para R$ 5,21 em outubro, segundo o Banco Central
O Banco Central divulgou hoje a taxa de câmbio de outubro de 2026: o dólar americano (USD) fechou o mês cotado a R$ 5,2079, alta de R$ 0,027 em relação a setembro, quando estava em R$ 5,1809. O movimento interrompe uma sequência de relativa estabilidade observada nos meses anteriores e coloca a moeda americana no patamar mais alto desde julho, dentro da janela disponível.
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