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Câmbio — USD/BRL e EUR/BRL

Dólar recua a R$ 5,11 em setembro e se afasta da máxima de dezembro

📊 Observatório BR22 de setembro de 2026

Dólar recua a R$ 5,11 em setembro e se afasta da máxima de dezembro

5,11▼ 0,07 vs. período anterior

O dólar (USD/BRL) encerrou setembro de 2026 cotado a R$ 5,1117, recuando R$ 0,07 em relação aos R$ 5,1816 registrados em agosto. O movimento prolonga o arrefecimento iniciado após a máxima da janela analisada, de R$ 5,5024 em dezembro de 2025, e mantém a taxa de câmbio próxima à mínima dos últimos 12 meses, de R$ 4,9886 registrada em abril de 2026.

O dólar (USD/BRL) encerrou setembro de 2026 cotado a R$ 5,1117, recuando R$ 0,07 em relação aos R$ 5,1816 registrados em agosto. O movimento prolonga o arrefecimento iniciado após a máxima da janela analisada, de R$ 5,5024 em dezembro de 2025, e mantém a taxa de câmbio próxima à mínima dos últimos 12 meses, de R$ 4,9886 registrada em abril de 2026.

A trajetória de queda desde dezembro sugere que fatores como diferencial de juros, fluxo de capitais ou melhora no ambiente externo podem ter contribuído para a valorização do real, embora os dados disponíveis não permitam isolar a causa dominante. Vale destacar que a taxa ainda se mantém acima de R$ 5,00, patamar que tende a ser acompanhado de perto por analistas de inflação e política monetária.

Entender o câmbio importa porque ele afeta diretamente os preços que o brasileiro paga. Esse mecanismo tem nome: repasse cambial (ou pass-through). Quando o dólar sobe, produtos importados ficam mais caros, combustíveis e insumos industriais encarecem, e a inflação tende a subir. O caminho inverso, com o dólar em queda, pode aliviar esses custos, mas o repasse costuma ser assimétrico: a alta chega mais rápido ao consumidor do que a baixa.