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Publicações e análises.
Entenda os movimentos da economia brasileira por meio de dados, explicações e análises.
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Difusão do IPCA cai a 49,6% em julho: menos da metade dos itens sobe de preço
Em julho de 2026, o índice de difusão do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) recuou para 49,6%, queda de 3,98 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Isso significa que menos da metade dos itens que compõem a cesta de consumo das famílias brasileiras registrou alta de preços no período, o menor patamar observado desde meados de 2023 e um sinal de que a pressão inflacionária perdeu amplitude.
Ler a pílula: Difusão do IPCA cai a 49,6% em julho: menos da metade dos itens sobe de preçoVer a série de Preços Relativos — Difusão e Abertura do IPCA
Preço de imóveis residenciais sobe pelo 11º mês seguido no Brasil
O IVG-R (Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados), calculado pelo Banco Central, registrou 818,33 pontos em junho de 2026, alta de 6,65 pontos em relação a maio. É o décimo primeiro mês consecutivo de alta na série, que acumula uma valorização de aproximadamente 8,6% nos últimos doze meses analisados.
Ler a pílula: Preço de imóveis residenciais sobe pelo 11º mês seguido no BrasilVer a série de IVG-R — Preço de Imóveis Residenciais
Dólar esperado sobe para R$ 4,32 nas projeções do mercado em agosto
As expectativas do mercado financeiro para o câmbio em agosto de 2026 encerraram a última leitura disponível em R$ 4,3204 por dólar, alta de R$ 0,04 em relação ao período anterior. A série do Boletim Focus, pesquisa semanal conduzida pelo Banco Central do Brasil (BCB) com centenas de instituições financeiras, mostra uma trajetória de elevação ao longo do mês: as projeções saíram de valores próximos a R$ 4,10 no início de agosto e foram se concentrando em torno de R$ 4,30 a R$ 4,35 nas …
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Produção de bens de capital recua 1,6% em junho, mas ritmo de queda desacelera
A produção de bens de capital — máquinas, equipamentos e outros itens usados para produzir outros bens — registrou variação de -1,6% em junho de 2026 em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo o IBGE. O resultado representa uma melhora em relação ao mês anterior (-6,7% em maio), com uma recuperação de 5,1 pontos percentuais na margem. Ainda assim, o segmento acumula doze meses consecutivos de queda, o que sinaliza um ciclo prolongado de retração do investimento produtivo no país.
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IBC-Br recua em junho após cinco meses de alta consecutiva
O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), termômetro mensal da economia brasileira, registrou 110,2215 pontos em junho de 2026, queda de 0,71 pontos em relação a maio. É o primeiro recuo do indicador após cinco meses seguidos de avanço, interrompendo uma sequência que levou o índice de 108,7 pontos (agosto de 2025) ao pico de 110,93 pontos em maio de 2026.
Ler a pílula: IBC-Br recua em junho após cinco meses de alta consecutivaVer a série de Macro — IBC-Br e Indicadores Agregados
Boletim Semanal · 17 de agosto de 2026
A inflação oficial desacelerou em julho e o desemprego caiu a 5,4%, mas a atividade esfriou na margem: a produção industrial recuou 1,8% em junho, a maior queda mensal do ano, e o IBC-Br cedeu no mesmo mês. Com os núcleos resistindo, as expectativas acima da meta e a dívida pública em trajetória ascendente, o dilema da política econômica se estreita: preços ainda pressionados de um lado, economia perdendo tração do outro.
Preço de imóveis residenciais sobe pelo 10º mês seguido e acumula alta de 7,5%
O IVG-R (Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados), calculado pelo Banco Central do Brasil, registrou 808,87 pontos em maio de 2026, acumulando alta de 7,5% nos últimos 12 meses da série disponível. O índice subiu pelo décimo mês consecutivo, sem nenhuma interrupção na trajetória de alta desde agosto de 2025.
Ler a pílula: Preço de imóveis residenciais sobe pelo 10º mês seguido e acumula alta de 7,5%Ver a série de IVG-R — Preço de Imóveis Residenciais
Reservas internacionais do Brasil chegam a US$ 369,7 bi em julho de 2026
As reservas internacionais do Brasil atingiram US$ 369,7 bilhões em julho de 2026, alta de US$ 2,2 bilhões em relação ao mês anterior. O nível atual é o mais elevado da janela de 12 meses analisada, consolidando uma trajetória de acumulação que partiu de US$ 350,8 bilhões em agosto de 2025, com oscilações pontuais ao longo do período.
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Taxa de poupança do Brasil cai a 14,35% do PIB no início de 2026
A taxa de poupança bruta do Brasil recuou para 14,35% do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre de 2026, queda de 0,05 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. O número confirma uma tendência de compressão que vem se arrastando desde o pico de 17,57% registrado em 2021, e coloca o Brasil em patamar historicamente baixo, próximo aos mínimos observados entre 2018 e 2019.
Ler a pílula: Taxa de poupança do Brasil cai a 14,35% do PIB no início de 2026Ver a série de Crescimento — Poupança, Capital e Produtividade (Solow)
Projeção de inflação recua a 4,4% em julho, mas segue acima da meta
O modelo QPM-lite (Modelo de Projeção Trimestral simplificado, ferramenta quantitativa do Banco Central do Brasil adaptada para monitoramento contínuo) estimou a inflação em 4,44% para julho de 2026, queda de 0,20 ponto percentual em relação a junho. O número representa o segundo recuo consecutivo após o pico de 5,17% registrado em setembro de 2025, sinalizando uma trajetória de desinflação gradual, ainda que lenta.
Ler a pílula: Projeção de inflação recua a 4,4% em julho, mas segue acima da metaVer a série de QPM-lite — Modelo de Projeção Trimestral
Fed Funds em 3,63%: juros americanos estáveis pelo quarto mês seguido
A taxa Fed Funds — o juro básico definido pelo banco central dos Estados Unidos (o Fed) — encerrou julho de 2026 em 3,63% ao ano, sem alteração pelo quarto mês consecutivo. O dado confirma uma pausa no ciclo de afrouxamento monetário que levou a taxa de 4,33% em agosto de 2025 ao patamar atual, uma queda acumulada de 0,70 ponto percentual em cerca de um ano.
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Analfabetismo no Brasil cai a 4,9% entre adultos com 15 anos ou mais
O Brasil registrou taxa de analfabetismo de 4,9% entre pessoas com 15 anos ou mais no período de referência mais recente disponível (dezembro de 2025), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), compilados pelo Ipeadata. O número representa a parcela da população adulta que não sabe ler nem escrever um bilhete simples, e sua trajetória de queda ao longo das últimas décadas é um dos avanços sociais mais consistentes do país.
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