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Publicações e análises.
Entenda os movimentos da economia brasileira por meio de dados, explicações e análises.
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Preço de imóveis residenciais sobe pelo décimo mês seguido na janela analisada
O IVG-R (Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados), calculado pelo Banco Central do Brasil, registrou 783,9 pontos em junho de 2026, ante 780,52 pontos em maio, uma variação positiva de 3,38 pontos na margem. O índice acumula trajetória ascendente ao longo de toda a janela disponível, que cobre os últimos 12 meses, com o menor valor registrado em setembro de 2025 (754,2 pontos) e o maior exatamente no último ponto disponível.
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Reservas internacionais do Brasil chegam a US$ 372,6 bi em agosto de 2026
As reservas internacionais do Brasil atingiram US$ 372,6 bilhões em agosto de 2026, o maior patamar registrado na janela de 12 meses analisada. O avanço de US$ 2,9 bilhões em relação a julho sugere que o estoque de divisas manteve trajetória de crescimento na margem, após oscilar entre US$ 356,6 bilhões e US$ 372,6 bilhões ao longo do período.
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Boletim Semanal · 07 de setembro de 2026
A inflação ao consumidor deu uma pausa em julho de 2026: o IPCA registrou 0,07% no mês, o menor resultado em vários meses, puxando o acumulado em 12 meses para 4,43%. Para o cidadão, isso significa que os preços ainda sobem acima da meta de 3,00% ao ano, mas o ritmo desacelerou de forma visível, enquanto o mercado de trabalho segue firme com desemprego em queda e rendimento em alta.
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Focus hoje: expectativa de inflação sobe a 4,61% para os próximos 12 meses
O Banco Central divulgou hoje, 8 de setembro de 2026, o Boletim Focus com a mais recente leitura das expectativas de inflação do mercado. A mediana das projeções para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) nos próximos 12 meses chegou a 4,61%, ante 4,60% na leitura imediatamente anterior, ambas referentes ao horizonte de setembro de 2026. A alta na margem foi de 0,01 ponto percentual. Dentro da janela disponível, o valor atual representa o ponto mais elevado da série, q…
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Produtividade do trabalho recua em fevereiro e acende alerta sobre crescimento
O índice de PIB por hora trabalhada, medida de produtividade do trabalho no Brasil, registrou 105,05 em fevereiro de 2026, queda de 0,60 ponto em relação a janeiro (105,65). O recuo indica que, nesse período, a economia gerou menos produto por cada hora de trabalho empregada, o que pode refletir variações na composição setorial da atividade, no uso da capacidade instalada ou em fatores sazonais.
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Dívida pública chega a 82,5% do PIB em julho de 2026
A dívida bruta do governo geral atingiu 82,51% do PIB em julho de 2026, alta de 0,58 ponto percentual em relação a junho (81,93% do PIB). É o valor mais elevado da janela de 12 meses analisada, que registrou mínimo de 77,84% do PIB em setembro de 2025. A trajetória ao longo do período é de elevação consistente, o que sugere que as despesas e os encargos financeiros têm crescido em ritmo superior ao do produto nominal.
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Inflação nos EUA recua para 3,3% em julho após pico de 4,2% em maio
A inflação ao consumidor dos Estados Unidos, medida pelo CPI (Consumer Price Index), registrou 3,30% em julho de 2026 no acumulado de 12 meses, recuando em relação aos 3,46% de junho. O dado representa um alívio na margem, mas ainda mantém os preços americanos bem acima da meta de 2% ao ano perseguida pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA.
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IBC-Br recua em junho após cinco meses de alta consecutiva
O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), termômetro mensal da economia brasileira, registrou 110,2215 pontos em junho de 2026, queda de 0,7095 ponto em relação a maio (110,931). Trata-se do recuo mais recente dentro de uma janela que, ao longo dos últimos 12 meses, oscilou entre o mínimo de 108,7209 (setembro de 2025) e o máximo de 110,931 (maio de 2026). A retração de junho interrompe uma trajetória de expansão que vinha sendo sustentada desde o início do ano.
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Selic recua a 14% ao ano em setembro de 2026
A taxa Selic (taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central) encerrou setembro de 2026 em 14% ao ano, estável em relação a agosto. A janela de 12 meses revela um ciclo de afrouxamento gradual: a taxa saiu de 15% ao ano em setembro de 2025 e acumulou cortes sucessivos até atingir o patamar atual, com o ritmo de reduções desacelerando nos meses mais recentes.
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Produtividade por ocupado recua em junho após pico de março
A produtividade do trabalho no Brasil, medida pelo produto gerado por trabalhador ocupado, recuou de 103,179 em maio para 102,167 em junho de 2026, uma queda de 1,01 ponto na margem. O índice ainda se mantém acima do patamar registrado no início da janela analisada, mas o movimento de junho interrompe o patamar elevado sustentado entre fevereiro e abril, quando o indicador oscilou próximo ao máximo da série disponível de 103,61, registrado em março de 2026.
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IPCA de julho de 2026 cai a 0,07% e marca o menor ritmo em meses
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), principal termômetro da inflação oficial brasileira, registrou 0,07% em julho de 2026, recuando em relação ao 0,16% de junho. O resultado mantém a inflação em terreno positivo, mas em ritmo visivelmente mais contido, o menor da janela recente após meses de pressão mais intensa no início de 2026.
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Boletim Semanal · 31 de agosto de 2026
O IPCA de julho de 2026 registrou alta de 0,07% ao mês, a menor leitura em vários meses, sinalizando alívio no ritmo de alta dos preços ao consumidor. Ainda assim, o acumulado em 12 meses chegou a 4,43%, mantendo-se 1,43 ponto percentual acima da meta contínua de 3,00%, o que limita o espaço para afrouxamento monetário.