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Publicações e análises.
Entenda os movimentos da economia brasileira por meio de dados, explicações e análises.
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Taxa de investimento recua para 16,1% do PIB no 2º mês de 2026
A taxa de investimento do Brasil, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), recuou para 16,1% do PIB em fevereiro de 2026, ante 16,5% registrado em janeiro. A queda de 0,35 ponto percentual na margem indica que a parcela da renda nacional destinada à ampliação da capacidade produtiva do país encolheu entre os dois primeiros meses do ano.
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Dívida pública chega a 82,56% do PIB em julho de 2026
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 82,56% do PIB em julho de 2026, ante 81,95% do PIB em junho, uma alta de 0,61 ponto percentual na margem. Dentro da janela de 12 meses disponível, o indicador saiu de 77,84% do PIB em setembro de 2025 e acumulou trajetória ascendente, registrando o maior valor da série em julho de 2026.
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Selic cai para 13,75% ao ano em setembro de 2026
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic para 13,75% ao ano em setembro de 2026, queda de 0,25 ponto percentual em relação aos 14% registrados em agosto. A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira: ela serve de referência para o custo do crédito, o rendimento de aplicações financeiras e, em última instância, para o ritmo de consumo e investimento no país.
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Produtividade por ocupado recua em julho e apaga parte do avanço do 1º trimestre
O índice de produtividade do trabalho no Brasil registrou 101,6 em julho de 2026, queda de 0,50 ponto em relação a junho (102,1). O recuo interrompe um ciclo de alta que havia levado o indicador ao pico de 103,6 em março de 2026, o maior valor da janela de 12 meses analisada. Ainda assim, o índice permanece acima do piso de 101,3 registrado em outubro de 2025, o menor da série disponível.
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PIB cresce 2% no 2º trimestre de 2026, acelerando frente ao trimestre anterior
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou crescimento de 2% na comparação interanual no segundo trimestre de 2026 (202602), acelerando em relação ao 1,8% registrado no trimestre anterior. O dado indica que a economia brasileira segue em expansão, ainda que em ritmo moderado, mantendo variação positiva ao longo de toda a janela de dados disponível, que cobre pelo menos 22 trimestres consecutivos acima de zero.
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IBC-Br recua em julho de 2026 após cinco meses de alta
O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), termômetro mensal da economia brasileira, registrou 109,9161 pontos em julho de 2026, queda de 0,24 ponto em relação a junho (110,1578). Trata-se de um recuo na margem após uma sequência de avanços que levou o índice ao pico de 111,1385 pontos em maio de 2026, o nível mais alto da janela analisada.
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Desemprego cai a 5,3% em julho de 2026, menor nível em 12 meses
A taxa de desemprego medida pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE) recuou para 5,3% em julho de 2026, queda de 0,1 ponto percentual em relação a junho. É o menor patamar registrado na janela de 12 meses analisada, que oscilou entre 5,1% (dezembro de 2025) e 6,1% (março de 2026). O movimento sugere que o mercado de trabalho retomou a trajetória de melhora após o pico observado no primeiro trimestre do ano.
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Boletim Semanal · 14 de setembro de 2026
O IPCA registrou -0,32% em agosto de 2026, a maior deflação mensal em 12 meses, puxada por alimentos e energia — mas o alívio chega às vésperas de um Copom (quarta-feira, 16/09) que não pode celebrá-lo: o acumulado em 12 meses segue em 4,22%, 1,22 ponto percentual acima da meta contínua de 3,00%, os núcleos continuam positivos e as expectativas do Focus para 12 meses subiram para 4,65% na mesma semana da deflação. Com o mercado projetando Selic de 13,75% no fim do ano, a decisão de quarta dirá se o Banco Central mantém o ritmo de cortes ou faz uma pausa.
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Despesas federais acumuladas chegam a R$ 1,56 tri no primeiro semestre de 2026
O total acumulado de despesas primárias da União atingiu R$ 1,56 trilhão em junho de 2026, segundo dados do SICONFI (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro). O valor representa um acréscimo de aproximadamente R$ 600 bilhões em relação ao ponto anterior, registrado em abril de 2026, refletindo o ritmo de execução orçamentária ao longo do semestre. Ao longo de toda a janela analisada, os valores acumulados permaneceram acima de zero em pelo menos cinco per…
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Déficit primário recua em julho, mas setor público segue no vermelho
O resultado primário do setor público consolidado acumulado em 12 meses registrou -0,67% do PIB em julho de 2026, uma melhora de 0,52 ponto percentual em relação ao mês anterior, quando o indicador havia atingido -1,19% do PIB — o pior nível da janela analisada. Apesar do alívio na margem, o resultado permanece negativo pelo menos ao longo de todos os 11 períodos cobertos pela série disponível, o que indica que o setor público continua gastando mais do que arrecada, antes do pagamento …
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Renda disponível das famílias sobe a 28,85% em junho de 2026
A renda disponível das famílias brasileiras atingiu 28,85% da renda bruta em junho de 2026, o maior valor registrado na janela de dados analisada, com alta de 0,36 ponto percentual em relação a maio. O indicador mede a parcela da renda que sobra para consumo ou poupança depois de descontados os pagamentos de dívidas e encargos financeiros, e sua trajetória recente aponta para uma melhora gradual da folga financeira das famílias.
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IPCA de agosto: deflação de -0,32% é divulgada hoje pelo IBGE
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado hoje pelo IBGE, registrou -0,3176% em agosto de 2026, o menor valor da janela analisada. O resultado representa uma queda expressiva em relação a julho, quando o índice marcou 0,0658%, uma variação de -0,3834 ponto percentual na margem. É o primeiro mês com deflação (variação negativa de preços) na série dos últimos 12 meses disponível.
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